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Antes de instalar ou testar algum software, tenha certeza que tens back-up de seu sistema. Caso nao tenha
espero que nao precise passar pelo sufoco que passei hoje (27/01). Por algum motivo, o meu HD externo de back-up perdeu a sua Tabela de Partições. O nome jah diz o que eh, e o apavoramento foi normal, até encontrar um salvador: gpart.
A mensagem de erro é esta:
sdb: unknown partition table
Os passos de recuperaçao basico sao:
1. apt-get install gpart
2. gpart /dev/sdb
Confira se o que ele conseguiu detectar é o querias. Vale rezar e torcer muito ….
goedel:/home/claudio# gpart /dev/sdb

Begin scan…
Possible partition(ReiserFS filesystem), size(30678mb), offset(1mb)
Possible partition(Windows NT/W2K FS), size(79603mb), offset(34867mb)
End scan.

Checking partitions…
Partition(Linux ext2 filesystem): primary
Partition(OS/2 HPFS, NTFS, QNX or Advanced UNIX): primary
Ok.

Guessed primary partition table:
Primary partition(1)
type: 131(0×83)(Linux ext2 filesystem)
size: 30678mb #s(62830080) s(4095-62834174)
chs: (0/65/1)-(1023/254/63)d (0/65/1)-(3911/62/54)r

Primary partition(2)
type: 007(0×07)(OS/2 HPFS, NTFS, QNX or Advanced UNIX)
size: 79603mb #s(163027616) s(71408925-234436540)
chs: (1023/254/63)-(1023/254/63)d (4445/0/1)-(14592/254/59)r

Primary partition(3)
type: 000(0×00)(unused)
size: 0mb #s(0) s(0-0)
chs: (0/0/0)-(0/0/0)d (0/0/0)-(0/0/0)r

Primary partition(4)
type: 000(0×00)(unused)
size: 0mb #s(0) s(0-0)
chs: (0/0/0)-(0/0/0)d (0/0/0)-(0/0/0)r

3. Se deu algo como a resposta anterior, agora o passo de gravar estes resultados
validos com: gpart -W /dev/sdb /dev/sdb
4. claudio@goedel:~$ dmesg | grep sdb
confira algo como sdb: unknown partition table antes e
agora: sdb: sdb1 sdb2
5. Monte a partiçao desejada em algum lugar:
/dev/sdb2 /media/sdb2 auto rw,users,auto,exec,umask=000 0 0
o tipo de arquivo deve ser auto …

Enfim, sempre tenha back-up para nao ter que passar 5 horas procurando uma soluçao.

Tenho meus back-ups numa partição NTFS, em um HD-portátil. Algo que dá versatilidade no sentido de que há muitas máquinas com o sistema da Microsoft. Este é um HD-EXTERNO via USB, e plugo-o em qualquer OS.
Claro que um belo dia, voce tem que passar um scandisk e um defrag via Windows. O detalhe é quem para que só usa Linux, isto fica difícil. Logo, segue a dica para aqueles que passaram um sufoco com erro de leitura na partição NTFS. A dica veio do

http://ubuntuforum-br.org/index.php?topic=39495.0.

Basicamente, como su, faça:

1. apt-get install ntfsprogs
2. ntfsfix /dev/sda3
3. ntfs-3g /dev/sda3 /media/sda3/ -o force
(aqui nem precisa mais da opção force)

No meu fstab tem um linha do tipo:
/dev/sda3 /media/ext_3 ntfs-3g rw,users,auto,exec,umask=000 0 0

O detalhe está no pacote: ntfsprogs (obrigado aos programadores deste pacote). Tudo funcionou 100%.

Este post complementa as questões sobre como escrever um artigo e fazer
experimentos com programas de computador (dirigido a comunidade de informática e computação):

1. Procure editar em LaTeX um texto científico. Se não der, siga
para um padrão aberto: NBR 26300 ou ISO 26300. Isto é: formatos
.odt, .ods, .odp etc … do openoffice. Free de verdade, multiplataforma, etc.

2. Entregue em duas páginas/folha as versões draft (rascunho)

3. Um artigo tem uma estrutura. Siga esta estrutura o mais
próximo possível … pois metodologicamente está demonstrado que ela funciona. Não é o momento de inventar muito, e sim cumprir as seções lá
previstas. No máximo inclua itens novos e remova as redundâncias.

4. Remova os futurismos. Ex: …. isto será apresentado … troque por: …. isto é apresentado … Ou o resultado está no artigo, ou em outro lugar, logo
cite tal referência.

5. Referências são bem-vindas. Adicionalmente, cite-as ao longo do
texto quando pertinente. Nenhuma afirmação forte pode ser deixada sem uma referência forte.

6. Palavras em inglês é em itálico ou enfatizado mesmo, sem aspas.

7. Verifique a sequência sugerida de uma artigo se é adequada
ao seu trabalho. Uma adaptação é possível e flexível… mas os tópicos
lá citados são mandatórios (obrigatórios)

8. Código fonte, apenas se forem exigidos, senão cite o link de onde estes se encontram para download.

9. Nada de achismos para resultados. Ai reside a maior falha
da maioria dos trabalhos que encontro. Como o número de experimentos e a sua diversividade é em geral baixa, os achismos imperam no texto. Ou seja, estresse
na quantidade de experimentos, não apenas os casos óbvios e esperado.
A presença destes, não exime a necessidade de outros que seu modelo eventulamente não funcione.

10. Para evitar no texto algo como: o valor é rápido, ou a resposta é lenta, ou demorou muito….voce deve fazer muitos (dezenas, centenas, milhares e milhões se for o caso) experimentos, leia-se número de instâncias, e sob diversas formatações, leia-se variações para dar
consistência ao seu software. Ou seja, o experimento deve ser testado segundo regras da Engenharia de Software. Veja o capítulo de Testes.

11. Além de diversas instâncias, de tamanho diferentes.

12. As saídas devem ser auto-explicativas. Logo, os printf’s são bem-vindos ao se mostrar resultados da experimentação.
Assim, ao desenvolver o software, um printf auto-descritivo, vai fazer voce entender mais rapidamente o problema.

13. Enfim, verifique se tudo está claro nos detalhes. Na dúvida: especifique tudo para dar luz ao leitor leigo
e assegurar que um leitor da área, vá entender que voce entendeu!

Talvez o incoveniente do Linux é que há muitas maneiras de fazer uma única coisa. Gravar um CD ou um DVD é uma delas. Assim, segue algo que dispende sempre de tempo até achar o comando certo e as opções. Gravar uma imagem .iso de um diretorio para cdrom com lenny-debian:

# cdrecord -v dev=/dev/scd0 blank=fast
(utilizei este comando para apagar um CD-RW regravàvel; unidade scd0)

# cdrecord -v speed=4 -eject dev=0,0,0 -data debian-502-i386-xfce+lxde-CD-1.iso -dev=/dev/hdc
# cdrecord -v speed=8 -eject dev=0,0,0 -data debian-testing-i386-CD-1.iso -dev=/dev/scd0

Se quiseres extrair músicas ou ripar (na gíria), use
o cdparanoia … em um diretório temp ou corrente:
$ cdparanoia -B
Ou melhor ainda, especificando o driver do CD corrente, no caso é o hdd
$ cdparanoia -B -d /dev/hdd
(o meu leitor de CD é o /dev/hdd)

Isto irá extrair todas as faixas do Cd para o diretório corrente, salvando-as como track01.cdda.wav, track02.cdda.wav, etc. Você também pode extrair uma única faixa, já salvando-a com o nome desejado usando:

$ cdparanoia 2 faixa.wav

Agora voce pode gravar musicas com a extensão .wav de um diretorio para o gravador que está em /dev/hdc:
# cdrecord -v speed=4 -eject dev=0,0,0 -data * -dev=/dev/hdc
ou
# cdrecord -v speed=4 -eject dev=0,0,0 -data *.wav -dev=/dev/hdc
(o meu gravador é o /dev/hdc)

Tudo isto sob o Debian!

Creio que todos parâmetros são auto-explicativos. Dúvidas cdrrecord –help e cdparanoia –help. Basicamente se faz tudo com eles.
u

Um tutorial sobre Prolog e Eclipse (uma ferramenta para Programação em Lógica por Restrições).

Sempre procuro manter uma versão atualizada em :

http://www2.joinville.udesc.br/~coca/cursos/ic/material_de_prolog/slides_curso_prolog.pdf

http://www2.joinville.udesc.br/~coca/cursos/ic/material_de_prolog/slides_curso_prolog.pdf

Agradeço os comentários de retorno, com sugestões e possíveis deslizes.

Envie um  retorno….

cc

Tive uma necessidade, procurei e achei: Cartão de Visita em LaTeX

Segue um exemplo que customizei rapidamente. Assim que tiver uma versão 100%, substituo esta:

% =========================================================================
% File Name: c.tex
% Last Modification Date: %G% %U%
% Current Version: %M% %I%
% File Creation Date: Sat Apr 20 22:52:24 1996
% Author: Jan Erik Odegard <odegard@ece.rice.edu>
%
% Copyright: All software, documentation, and related files in this
% distribution are Copyright (c) 1996 Rice University
% =========================================================================
\documentclass[letterpaper,11pt]{article}
\usepackage[dvips]{graphicx}
\usepackage{latexsym}
\usepackage{url}
\usepackage[ansinew]{inputenc}
%\usepackage{times}
\pagestyle{empty}
\setlength{\textwidth}{7in}
\setlength{\hoffset}{0in}
\setlength{\voffset}{0in}
\setlength{\oddsidemargin}{-1.5in}
\setlength{\evensidemargin}{-1.5in}
\setlength{\textheight}{10in}
\setlength{\topmargin}{-1.00in}
%\setpapersize{USletter}
%\setmargins{0.75in}{0.5in}{7in}{10in}{0pt}{0mm}{0pt}{0mm}
%\newcommand{\clogo}{\includegraphics[scale=0.4]{rice-logo.ps}}
%\newcommand{\clogo}{}
%\newcommand{\clogo}{\includegraphics[scale=0.2]{/media/disk/principal/figs_genericas/logo2_coca_icone.eps}}
%\newcommand{\clogo}{\includegraphics[height=4cm,width=0.9cm]{/media/disk/principal/figs_genericas/mobius_strip_small.eps}}
%%\newcommand{\clogo}{\includegraphics[height=3cm,width=1cm]{/media/disk/principal/figs_genericas/logo2_coca_icone.eps}}
%\newcommand{\clogo}{}
%% mobius_strip_small.eps
\newcommand{\clogo}{\includegraphics[height=4cm,width=1cm]{/home/claudio/hd_externo/figs_genericas/mobius_strip_small.eps}}

% EDIT THE FOLLOWING VARIABLES
%
\newcommand{\cname}{Claudio Cesar de Sá}
\newcommand{\ctitlea}{Grupo de Software Livre — Colméia} % Executive Director and Research}
\newcommand{\ctitleb}{Grupo de Computação Cognitiva Aplicada} % Dept of Electrical and Computer}
\newcommand{\ctitlec}{} % Engineering}
\newcommand{\cadra}{Universidade do Estado Santa Catarina – UDESC}
\newcommand{\cadrb}{Departamento de Ciência da Computação – DCC}
\newcommand{\cadrc}{Campus Universitário Prof. Avelino Marcante s/n}
%% — Bloco F — 2o. Andar}
\newcommand{\cadrd}{89.223-100 — Joinville — SC — Brasil}
\newcommand{\cphone}{(47) 9147-0017 e (47) 4009-7987}
%\newcommand{\cfax}{713-524-5237}
\newcommand{\cemail}{claudio@\{joinville$\mid$colmeia\}.udesc.br}
%\newcommand{\outro}{claudio@colmeia.udesc.br}
%\newcommand{\cemail}{claudio@joinville.udesc.br}
\newcommand{\curlb}{\url{http://www.joinville.udesc.br/coca}}
%\newcommand{\curlb}{http:$/\!/$www-dsp.rice.edu/}
%\newcommand{\curlb}{http:$/\!/$www-ece.rice.edu/}
\begin{document}
\setlength{\unitlength}{1mm}
\begin{picture}(178,253)(-7,-1)
\multiput(0,0)(0,50.6){5}{%
\multiput(0,0)(89,0){2}{
\begin{picture}(89,51)(0,0)
%\put(0,52){\line(0,1){3}}
%\put(-1,51){\line(-1,0){3}}
%\put(89,52){\line(0,1){3}}
%\put(90,51){\line(1,0){3}}
%\put(3,48){\line(1,0){83}}
\put(31,42){\large\cname}
\put(31,39){\textsc{\scriptsize\ctitlea}}
\put(31,36){\textsc{\scriptsize\ctitleb}}
% \put(31,33){\textsc{\scriptsize\ctitlec}}
\put(31,27){\scriptsize \cadra}
\put(31,24){\scriptsize \cadrb}
\put(31,21){\scriptsize \cadrc}
\put(31,18){\scriptsize \cadrd}

\put(31,13){\textsc{\scriptsize e-mails:}}
\put(45,13){\scriptsize \cemail}
% \put(56,13){\scriptsize \outro}
\put(31,10){\textsc{\scriptsize fone:}}
\put(45,10){\scriptsize \cphone}
\put(31,7){\textsc{\scriptsize url:}}
\put(45,7){\scriptsize \curlb}
\put(20,7){\clogo}
% \put(5,8){\textsc{\scriptsize Phone:}}
% \put(15,8){\scriptsize \cphone}
% \put(5,5){\textsc{\scriptsize Fax:}}
% \put(15,5){\scriptsize \cfax}
%\put(3,3){\line(1,0){83}}
%\put(0,-1){\line(0,-1){3}}
%\put(-1,0){\line(-1,0){3}}
%\put(89,-1){\line(0,-1){3}}
%\put(90,0){\line(1,0){3}}
\end{picture}}}
\end{picture}
\end{document}

Há um daemon a ser carregado junto ao Gnome. Caso contrário, letras pequenas etc, que ativar no braço, basicamente:

claudio@g_cantor:~$ gnome-settings-daemon

Quando der “pitti” no gnome, carregue no braço:

claudio@g_cantor:~$ gnome-settings-daemon &
Tudo volta ao que tinhas configurado.

aspell – -sug-mode=bad-spellers – -lang=pt_BR -d pt_BR check NQueens.tex

Na linha de comando:

aspell check –sug-mode=bad-spellers -d en_US nome_do_arquivo.tex

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