Partição NTFS no Linux – Erro de Leitura

Tenho meus back-ups numa partição NTFS, em um HD-portátil. Algo que dá versatilidade no sentido de que há muitas máquinas com o sistema da Microsoft. Este é um HD-EXTERNO via USB, e plugo-o em qualquer OS.
Claro que um belo dia, voce tem que passar um scandisk e um defrag via Windows. O detalhe é quem para que só usa Linux, isto fica difícil. Logo, segue a dica para aqueles que passaram um sufoco com erro de leitura na partição NTFS. A dica veio do
http://ubuntuforum-br.org/index.php?topic=39495.0.

Basicamente, como su, faça:

1. apt-get install ntfsprogs
2. ntfsfix /dev/sda3
3. ntfs-3g /dev/sda3 /media/sda3/ -o force
(aqui nem precisa mais da opção force)

No meu fstab tem um linha do tipo:
/dev/sda3 /media/ext_3 ntfs-3g rw,users,auto,exec,umask=000 0 0

O detalhe está no pacote: ntfsprogs (obrigado aos programadores deste pacote). Tudo funcionou 100%.

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Mais sobre artigos e experimentos

Este post complementa as questões sobre como escrever um artigo e fazer
experimentos com programas de computador (dirigido a comunidade de informática e computação):

1. Procure editar em LaTeX um texto científico. Se não der, siga
para um padrão aberto: NBR 26300 ou ISO 26300. Isto é: formatos
.odt, .ods, .odp etc … do openoffice. Free de verdade, multiplataforma, etc.

2. Entregue em duas páginas/folha as versões draft (rascunho)

3. Um artigo tem uma estrutura. Siga esta estrutura o mais
próximo possível … pois metodologicamente está demonstrado que ela funciona. Não é o momento de inventar muito, e sim cumprir as seções lá
previstas. No máximo inclua itens novos e remova as redundâncias.

4. Remova os futurismos. Ex: …. isto será apresentado … troque por: …. isto é apresentado … Ou o resultado está no artigo, ou em outro lugar, logo
cite tal referência.

5. Referências são bem-vindas. Adicionalmente, cite-as ao longo do
texto quando pertinente. Nenhuma afirmação forte pode ser deixada sem uma referência forte.

6. Palavras em inglês é em itálico ou enfatizado mesmo, sem aspas.

7. Verifique a sequência sugerida de uma artigo se é adequada
ao seu trabalho. Uma adaptação é possível e flexível… mas os tópicos
lá citados são mandatórios (obrigatórios)

8. Código fonte, apenas se forem exigidos, senão cite o link de onde estes se encontram para download.

9. Nada de achismos para resultados. Ai reside a maior falha
da maioria dos trabalhos que encontro. Como o número de experimentos e a sua diversividade é em geral baixa, os achismos imperam no texto. Ou seja, estresse
na quantidade de experimentos, não apenas os casos óbvios e esperado.
A presença destes, não exime a necessidade de outros que seu modelo eventulamente não funcione.

10. Para evitar no texto algo como: o valor é rápido, ou a resposta é lenta, ou demorou muito….voce deve fazer muitos (dezenas, centenas, milhares e milhões se for o caso) experimentos, leia-se número de instâncias, e sob diversas formatações, leia-se variações para dar
consistência ao seu software. Ou seja, o experimento deve ser testado segundo regras da Engenharia de Software. Veja o capítulo de Testes.

11. Além de diversas instâncias, de tamanho diferentes.

12. As saídas devem ser auto-explicativas. Logo, os printf’s são bem-vindos ao se mostrar resultados da experimentação.
Assim, ao desenvolver o software, um printf auto-descritivo, vai fazer voce entender mais rapidamente o problema.

13. Enfim, verifique se tudo está claro nos detalhes. Na dúvida: especifique tudo para dar luz ao leitor leigo
e assegurar que um leitor da área, vá entender que voce entendeu!